A casa negra de Roma…

Roma é um dos bairros mais antigos da Cidade do México e devido a isso, já foi nomeado várias vezes, sendo cenário para várias lendas urbanas mexicanas que ainda hoje causam medo. Uma dessas lendas, é sobre a “casa preta”, uma construção localizada na Avenida Álvaro Obregón que está completamente abandonada, com vidros quebrados e sinais evidentes de vandalismo por pichações em suas paredes.

Os moradores próximos ao local afirmam que algo terrível acontece por lá, já que ao cair da noite é possível ouvir pancadas, passos e até murmúrios. A origem da casa remonta aos anos trinta e quarenta quando a cidade atravessava uma época difícil devido a um surto de febre tifóide, que já podia ser tratada, mas não era tão fácil encontrar uma solução para todos os doentes, então vários foram encaminhados para hospitais improvisados, ​​incluindo a casa preta que cuidava dos doentes vinte e quatro horas por dia.

Enquanto a febre tifóide se espalhava, vários grupos religiosos atribuíram o fato a uma maldição e muitos passaram a crer que quem ficava doente, estava sendo alvo de uma espécie de punição divina. Um dia, então, um grupo de pessoas se reuniu e incendiaram a casa preta com todos os funcionários e pacientes dentro. Os relatos sobre o estado da casa após o incêndio, diziam que o local parecia uma visão tirada do próprio inferno, no entanto, mistériosamente, a construção não sofreu danos aparentes.

A casa possui um histórico de diversos acontecimentos. Certa vez, ela passou para as mãos de uma jovem família que tinha três filhos. Em uma manhã, toda a família foi encontrada morta, sem que ninguém soubesse o que lhes tinha acontecido, desde então a propriedade passou para as mãos do governo e encontra-se em total abandono devido ao terror produzido pelas lendas que a cercam.

Os créditos para: Paranormal Files
Tradução e adaptação do texto para português: Felícia Elen.


Publicado por feliciaellenbueno

Musicista (cantora, compositora e produtora musical), escritora, filósofa, blogueira, artesã, jardinista, polímata, autodidata. Amante das artes, da natureza e dos animais.

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