Meu pai costumava trabalhar no turno da noite. Ele tinha que acordar às três da manhã para ir para o trabalho. Às vezes, quando eu acabava acordando com o som de despertador, eu descia para dar um abraço nele antes que ele fosse embora. Certa manhã, quando eu tinha cerca de seis ou sete anos, cheguei ao pé da escada e percebi que a porta da frente estava entreaberta.
Fui até lá e abri a porta. Vi meu pai abrindo a porta da garagem como sempre fazia para tirar a caminhonete. Ele estava vestido com seu uniforme de trabalho. Eu fiquei chamando e pedindo pra ele voltar pra me dar um abraço antes de ir embora. Ele se virou lentamente e apenas olhou para mim. Ele me lançou um olhar tão estranho e sem expressão que comecei a ficar com medo e comecei a chorar. Então, sem dizer nada, ele veio caminhando em minha direção.
Um pouco antes de me alcançar, senti os braços de alguém me agarrando por trás. Quando me virei, fiquei em choque ao ver que era o meu pai. Ele estava vestido com seu uniforme de trabalho e estava olhando diretamente para seu doppelgänger. Sim, meu pai também viu, então é impossível ter sido minha imaginação.
Aquela coisa parou assim que viu meu pai e saiu correndo desaparecendo logo em seguida, como se o tivesse atravessado o muro. Meu pai me puxou para dentro de casa e trancou a porta. Eu fiquei histérica contando tudo pra minha mãe, mas meu pai ficou em silêncio e me pediu pra esquecer aquilo. Até hoje ele se recusa a falar sobre o assunto, mas minha mãe me disse que ele estava tão assustado que não foi trabalhar naquele dia e ela passou o dia garantindo a ele que ele não estava louco.
Essa é uma história real, a identidade dos envolvidos nessa história foi mantida em sigilo.
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