Estados Unidos, Geórgia.
Quando a filha de três anos de Kellie contou a ela sobre seu novo amigo imaginário, o “Kellum”, ela não pensou muito nisso, imaginou apenas que se tratasse de mais um dos amiguinhos imaginários de Madson, não viu nada de errado nisso. No entanto, com o passar do tempo, Kellum começou a se mostrar cada vez menos imaginário…
Madison, só teve coragem de tocar no assunto e contar sua história quando completou quinze anos, ela tinha muito medo de ser julgada e discriminada pela comunidade onde vivia. Ela não sabe dizer quando viu seu “amigo” imaginário pela primeira vez, ela só se lembra de sempre notar sua presença, mas sua mãe conta que Kellum começou a visitar Madison quando ela tinha por volta de três anos de idade.
Madson descreve Kellum como sendo um homem alto em torno dos quarenta anos e que no começo parecia ser uma espécie de figura paterna para ela. Ela tinha uma mesinha e uma cadeira em seu quarto onde ela fazia sanduíches de massinha para os dois. Ela conta que gostava de construir torres e depois as derrubava porque o Kellum achava isso engraçado.
Kellie começou a se preocupar quando percebeu que sua filha Madson estava passando muito tempo com o Kellum, mas um evento em especial, levou Kellie a ter certeza de que o amigo imaginário de sua filha não era tão imaginário assim.
Ela notou que Madson andava cantarolando uma canção antiga chamada “Daisy Bell” que Kellie não conhecia e nunca tinha visto sua filha cantar antes. Ela conta que Madson começou cantá-la da noite para o dia e como ela era ainda muito pequena e não conseguia pronunciar as palavras claramente, Kellie por mais que se esforçasse, não conseguia entender o que ela estava cantando.
Na época Madson tinha uma babá, então um dia Kelly perguntou a ela se ela poderia ensinar a letra da música que Madson estava cantando pois ela gostaria de ajudar a menina a cantar, no entanto a babá ficou surpresa e respondeu que não conhecia a canção, que pensou que ela é que tinha ensinado a canção a Madson. Surpresa e confusa, Kellie perguntou a filha quem tinha lhe ensinado aquela canção, e ela respondeu que tinha sido o Kellum.
A música dizia mais ou menos isso:
“Daisy, margarida, me dê sua resposta sim! Estou meio maluco, tudo pelo seu amor. Não será um casamento elegante, não posso pagar uma carruagem, mas você ficaria bem no assento de uma bicicleta feita para dois…”
Kelly ficou muito assustada pois se lembrou das experiências paranormais que ela mesma havia vivido na infância e de como ela sofreu, pois sua mãe simplesmente não acreditava em nada paranormal, e sempre que Kellie tentava contar a ela o que estava acontecendo, sua mãe a castigava.
Tudo começou quando Kellie tinha oito anos. Ela estava tentando adormecer, quando ouviu algo roçar em sua mochila no chão de seu quarto, no entanto, quando ela acendeu a luz, não havia nada lá. Depois desse dia ela começou a dormir com a luz acesa, o que fez a luz queimar, então sua mãe retirou a lâmpada, mas não a substituiu por outra e em seguida as coisas ficaram ainda piores.
Kellie passou a ouvir barulhos como batidas. Havia uma Tv antiga em seu quarto e essa Tv tinha um botão que era preciso puxar para ligar, no entanto a Tv passou a ligar sozinha no meio da noite.
Ela se lembra de tentar explicar isso para sua mãe mas ela não acreditava, ela dizia para Kellie parar de inventar histórias, que ela estava assustando os primos, que ela era estranha e ninguém iria querer brincar com ela.
Kellie começou a notar que a filha estava realmente muito irritada, então um dia ela resolveu perguntar o que estava acontecendo, pois a menina passou a ter acessos de raiva, só vivia cansada e sonolenta o dia todo. Madson contou a mãe que Kellum não a deixava dormir, que ele a perturbava a noite toda. Ele estava sempre querendo jogar ou conversar, ele nunca queria que a menina fosse para a cama.
Ela revelou que ele era muito legal no começo, na época em que eles começaram a interagir, no entanto, com o passar do tempo, ele não era mais tão legal assim. Ele passou a gritar com ela e a mantê-la acordada toda a noite. Ele batia nas janelas. A parte mais assustadora, foi quando Madson contou que o rosto de Kellum não era o mesmo, ele não tinha mais a aparência de antes. Ele parecia assombroso e transtornado, parecia doente, seus olhos estavam realmente fundos e seu rosto parecia ter secado como uma caveira, para uma criança isso era assustador.
Essas revelações deixaram Kellie apavorada. Como ela ainda tinha o monitor do bebê, ela decidiu colocá-lo no quarto da Madson para poder ouvir quando ela acordasse. Então, em uma noite Kellie começou ouví-la conversando e eram conversas curtas, ela falava um pouco e depois ficava quieta, então ela falava novamente como se estivesse respondendo alguém, parecia mesmo que alguém estava falando com ela mas só dava pra ouvir a voz da Madson.
No entanto, o terror vivido por mãe e filha ainda viria ao extremo. Kellie conta que ouviu um grito de terror vindo do quarto de Madson. Kellum estava muito chateado com ela naquela noite. Ele estava sendo muito agressivo e chegou a agarrá-la pelo pulso, apavorada ela gritou e tentou fugir.
Kellie ouvindo os gritos de Madson correu para socorrê-la. Ao chegar em seu quarto ela encontrou a filha pendurada no portão do bebê, tentando passar para o outro lado, completamente apavorada e gritando pela mãe para que a ajudasse. Kellie então abraçou a filha que estava inconsolável e nesse momento ela notou que as cortinas do quarto da Madson estavam sacudindo como se estivessem sendo balançadas por um vento forte, no entanto as janelas estavam fechadas.
Nessa hora Kellie ficou apavorada e correu com a filha para fora de casa. Ela se lembra de estar de pijama e descalça e que fazia muito frio naquela noite. No meio da noite Kellie correu para a casa de sua melhor amiga. Já em segurança na casa da amiga, muito assustada e sem saber o que fazer, Kellie se lembrou que seu sogro na época era pastor, no entanto ela não sabia se deveria expor o caso a ele, pois essa igreja na época era muito tradicional.
Kellie estava desabando em lágrimas com sua filha no colo e não viu outra escolha a não ser ligar para o sogro. Então ele disse a ela que ficasse onde estava e que ele iria sozinho até a casa. Ele pediu a Kellie que não saísse de lá até que ele desse notícias.
Cerca de duas horas depois, o sogro de Kellie ligou para ela dizendo que ela já poderia ir para casa e que ela não iria mais precisar se preocupar, estava tudo resolvido. Ao chegar em casa, Kellie reparou que a porta da frente tinha uma generosa marca de óleo em forma de cruz. A medida em que ela foi entrando nos cômodos da casa, percebeu que havia marcas de óleo em forma de cruz por todos os lados, nas janelas, pelas paredes e nos espelhos do banheiro. Esse cenário a fez se sentir desconfortável, tudo era muito assustador.
No entanto, ela percebeu imediatamente que havia uma atmosfera diferente na casa, uma sensação de paz a qual não sentia há muito tempo desde que o Kellum apareceu em suas vidas. Depois desse dia Kellum desapareceu, Madson nunca mais falou sobre ele ou o viu novamente.
Anos depois, Kellie contou a história para uma colega de trabalho, e foi ela quem identificou a música “Daisy Bell”, que a Madson cantava quando tinha três aninhos. Kellie então decidiu acessar sua conta em um site chamado “Ancestry” para investigar o histórico da casa.
Ela descobriu que a propriedade próxima a dela foi comprada por uma família de sobrenome “Beasley” no ano de 1941. Foi então que uma descoberta fez seu sangue gelar. Ao puxar o histórico da propriedade ela descobriu que o comprador na época se chamava “Callum Beasley” ou seja, “Callum” parecia com “Kellum” então como Madson na época não pronunciava bem as palavras, ela acredita que o nome ao qual Madson se referia era Callum e não Kellum.
Ao que parece, segundo os registros do “Ancestry”, Callum Beasley teve cinco filhos, a mais nova se chamava Madeline e morreu quando tinha apenas três anos, a mesma idade de Madson quando Kellum apareceu.
Depois dessa assustadora descoberta Kellie ainda viveu por três anos na mesma casa se mudando em seguida com Madson para outro local.
Essa é uma história real. A história ficou conhecida após Kellie tê-la publicado em uma rede social muito popular nos Estados Unidos.
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