Minha irmã se casou quando tinha dezoito anos. Ela teve uma filha e colocou o nome de Suzy. Seu marido estava sempre desempregado, então, ela tinha que trabalhar em dois empregos para sustentar sua filha e seu marido preguiçoso. Todos os dias, ela saía de casa às 8h e só voltava às 20h todas as noites.
Nessa época, a Suzy tinha uma amiga imaginária. Ela disse à minha irmã que era uma garotinha chamada “Dissaga”. A Suzy falava dessa “Dissaga” o tempo todo. Certa vez minha irmã chegou a ouví-la conversando com essa amiga “imaginária”. Isso a deixava assustada. então, depois de um tempo, ela disse a Suzy que ela estava proibida de falar sobre “Dissaga”. Todos da família estavam proibidos de mencionar a “Dissaga” quando íamos visitá-los. Um dia, Suzy disse à mãe: “Dissaga está brava com você porque você não acredita que ela seja real. Ela vem brincar comigo sempre que o papai fecha a porta do armário depois que você sai, ele tranca a gente lá e abre a porta para nos deixar sair antes de você voltar para casa…”
Minha irmã não tinha ideia de que isso estava acontecendo. Ela deixava seu marido cuidando de Suzy durante o dia, mas em vez disso, ele a trancava em um armário com uma caixa de cereal e a deixava lá o dia todo. Quando minha irmã descobriu o que estava acontecendo, ela expulsou o marido da casa. A pobre garotinha passou tanto tempo sozinha, trancada em um armário, que supostamente teria criado uma amiga imaginária para não se sentir tão sozinha e desamparada, será mesmo? Então espere até ler o que vem a seguir, essa é a parte realmente assustadora…
Minha irmã se divorciou do marido e ficou com a custódia de Suzy. Ela decidiu se mudar da casa que eles estavam alugando. Quando a van da mudança chegou, o velho dono da casa veio ajudá-los. Ele estava conversando com minha irmã e disse: “Sempre me preocupei com sua garotinha naquelas escadas do porão. Minha netinha caiu da escada do porão e quebrou o pescoço. Ela morreu na frente daquela porta do armário lá embaixo.
Quando ela ouviu isso, minha irmã teve calafrios, então, curiosa ela perguntou a ele, qual era o nome de sua netinha, seria Dissaga? Então o senhor respondeu a ela: “O nome dela era Jessica, ela tinha apenas quatro aninhos. Ela não conseguia dizer o nome dela ainda, então ela dizia “Dissaga”. Como você sabia que era assim que ela dizia o nome dela? Dissaga! Como?” Minha irmã ficou em negação. Ela lhe disse que não sabia do que ele estava falando. Ela se recusou a falar sobre isso, pegou as últimas coisas dela e saiu de casa para sempre. Ainda hoje não podemos falar com Suzy sobre sua amiga imaginária “Dissaga”. Minha irmã se casou novamente alguns anos depois. Suzy ganhou um novo padrasto e até agora, eles viveram felizes para sempre…
Essa é uma história real compartilhada por uma usuária de uma famosa rede social dos Estados Unidos.